A pulhice no último dia de campanha
A campanha do Não preparou este dia como o dia da pulhice.
À última hora, a quatro horas do final da campanha, aparecem três constitucionalistas a dizer que poderá haver uma despenalização da Lei, mesmo que o Não vença o referendo.
Ou seja, num último esforço, pretendem baralhar e confundir o voto dos portugueses. Os ditos constitucionalistas, sabem que tal como em 1998, a vitória do Não significa que nada mudará durante os próximos anos.
Por isso a questão é simples: quem é a favor da despenalização vota SIM! Quem defende que as mulheres sejam julgadas e presas vota Não.
Não há que confundir.
À última hora, a quatro horas do final da campanha, aparecem três constitucionalistas a dizer que poderá haver uma despenalização da Lei, mesmo que o Não vença o referendo.
Ou seja, num último esforço, pretendem baralhar e confundir o voto dos portugueses. Os ditos constitucionalistas, sabem que tal como em 1998, a vitória do Não significa que nada mudará durante os próximos anos.
Por isso a questão é simples: quem é a favor da despenalização vota SIM! Quem defende que as mulheres sejam julgadas e presas vota Não.
Não há que confundir.
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